vamos escrever...
crônica que eu tive que escrever pra aula de português. ta meio idiota, mas é a primeira que eu escrevo né u_u.
Reflexões
Com os cabelos soltos ao vento e uma roupa típica de inverno, lá estava ela de novo, sentada no banco daquela praça. Aquela praça que já fora palco de tantas reflexões e desabafos. Sentada no banco, ela observava as coisas ao seu redor: nas árvores, só restavam mais algumas folhas alaranjadas de plátano, o sol se escondia atrás das nuvens, o céu... era nublado. Algumas crianças corriam e brincavam, desajeitadas por causa dos enormes e grossos casacos, as mães observavam seus filhos de longe, algumas liam um livro, outras conversavam entre si. Ela ainda observava alguns jovens abraçados, trocando carinhos. Ao fundo, em contraste aos jovens, um casal de idosos caminhava de mãos dadas.
Por um segundo, ela desejou ter tudo aquilo. Ter um filho para cuidar, um amor duradouro como o daquele casal idoso. Mas e o seu futuro que já havia sido todo planejado? Não havia como voltar atrás. Ela não se arrependia do destino que escolheu, ela amava o emprego e a sua vida naquela cidade, a cidade que sempre amou e sempre quis morar. E agora ela tinha aquilo, mas o que estava faltando? Uma família? Será que morar sozinha naquela cidade, viver no trabalho e, nos fins de semana ir tomar um cappuccino na lanchonete em frente á praça, a qual sempre ia depois, se transformou numa rotina tediosa? Não! Ela adorava aquilo. Então o que faltava? Ela não tinha tempo para constituir uma família, muito menos para cuidar de filhos. Sua forma de vida já havia sido traçada.
Agora, a neve começava a pintar o chão de branco lentamente. As mesmas crianças que antes corriam não estavam mais ali, os jovens e os idosos também não. Estava sozinha. Resolveu caminhar pela praça, como não fazia á dias. A camada de neve no chão engrossava lentamente, á medida que o céu escurecia. Caminhando, ela lembrava de sua infância, de sua adolescência; os dias na lanchonete com sua irmã e sua melhor amiga, as fotos vinham à tona na sua memória, as risadas, os abraços. Lembrou da vez que tinha seus 13 anos de idade e sua mãe lhe disse:
- “É isso mesmo que você quer?”
- “Sim mãe, eu quero morar lá”
- “Então estude e realize esse sonho.”
E agora estava ali. A vida que sempre quis.
Lembrou da sua despedida no aeroporto e suas amigas dizendo: “Você vai conseguir, é só ter fé em você mesma”. Então ela se deu conta do que estava faltando; fé em si mesma para continuar, a vida estava ali, na sua frente, como ela sempre quis. A partir daquele dia, tudo ia mudar, estava completa novamente. Mas naquele momento, seu corpo e sua mente imploravam por outro cappuccino, e era isso que ela ia fazer.
Com os cabelos soltos ao vento e uma roupa típica de inverno, lá estava ela de novo, sentada no banco daquela praça. Aquela praça que já fora palco de tantas reflexões e desabafos. Sentada no banco, ela observava as coisas ao seu redor: nas árvores, só restavam mais algumas folhas alaranjadas de plátano, o sol se escondia atrás das nuvens, o céu... era nublado. Algumas crianças corriam e brincavam, desajeitadas por causa dos enormes e grossos casacos, as mães observavam seus filhos de longe, algumas liam um livro, outras conversavam entre si. Ela ainda observava alguns jovens abraçados, trocando carinhos. Ao fundo, em contraste aos jovens, um casal de idosos caminhava de mãos dadas.
Por um segundo, ela desejou ter tudo aquilo. Ter um filho para cuidar, um amor duradouro como o daquele casal idoso. Mas e o seu futuro que já havia sido todo planejado? Não havia como voltar atrás. Ela não se arrependia do destino que escolheu, ela amava o emprego e a sua vida naquela cidade, a cidade que sempre amou e sempre quis morar. E agora ela tinha aquilo, mas o que estava faltando? Uma família? Será que morar sozinha naquela cidade, viver no trabalho e, nos fins de semana ir tomar um cappuccino na lanchonete em frente á praça, a qual sempre ia depois, se transformou numa rotina tediosa? Não! Ela adorava aquilo. Então o que faltava? Ela não tinha tempo para constituir uma família, muito menos para cuidar de filhos. Sua forma de vida já havia sido traçada.
Agora, a neve começava a pintar o chão de branco lentamente. As mesmas crianças que antes corriam não estavam mais ali, os jovens e os idosos também não. Estava sozinha. Resolveu caminhar pela praça, como não fazia á dias. A camada de neve no chão engrossava lentamente, á medida que o céu escurecia. Caminhando, ela lembrava de sua infância, de sua adolescência; os dias na lanchonete com sua irmã e sua melhor amiga, as fotos vinham à tona na sua memória, as risadas, os abraços. Lembrou da vez que tinha seus 13 anos de idade e sua mãe lhe disse:
- “É isso mesmo que você quer?”
- “Sim mãe, eu quero morar lá”
- “Então estude e realize esse sonho.”
E agora estava ali. A vida que sempre quis.
Lembrou da sua despedida no aeroporto e suas amigas dizendo: “Você vai conseguir, é só ter fé em você mesma”. Então ela se deu conta do que estava faltando; fé em si mesma para continuar, a vida estava ali, na sua frente, como ela sempre quis. A partir daquele dia, tudo ia mudar, estava completa novamente. Mas naquele momento, seu corpo e sua mente imploravam por outro cappuccino, e era isso que ela ia fazer.
[então.. sei la, eu gostei... mas enfim, alguém quer fazer meus temas de matemática? (pleaaaaase). e eu tirei 9,2 na sondagem de química *-*] aahh.. to lendo um livro que eu recomendo: "Ponto de Impacto" de Dan Brown, autor de "O Código da Vinci". É um suspense misturado com ação.
"Quando um novo satélite da NASA encontra um estranho objeto escondido nas profundezas do Ártico, a agência espacial aproveita o impacto da sua descoberta para contornar uma grave crise financeira e de credibilidade. O peso desta revelação acarreta sérias implicações para a política espacial norte-americana e, sobretudo, para a iminente eleição presidencial.
Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de inteligência Rachel Sexton para a desolada geleira Milne. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta.
Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos sobre suas suspeitas, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.
Com fascinantes informações sobre a NASA, a comunidade de inteligência e os bastidores da política americana, sem falar na polêmica discussão sobre a possibilidade de vida extraterrestre, Ponto de Impacto revela o amadurecimento de Dan Brown como escritor, reunindo todas as qualidades que o transformariam em um fenômeno mundial com seu livro seguinte, O Código Da Vinci."
Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de inteligência Rachel Sexton para a desolada geleira Milne. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta.
Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos sobre suas suspeitas, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.
Com fascinantes informações sobre a NASA, a comunidade de inteligência e os bastidores da política americana, sem falar na polêmica discussão sobre a possibilidade de vida extraterrestre, Ponto de Impacto revela o amadurecimento de Dan Brown como escritor, reunindo todas as qualidades que o transformariam em um fenômeno mundial com seu livro seguinte, O Código Da Vinci."
bj amoures
;*

4 Comments:
QUE LINDA QUE LINDA QUE LINDA *-*
amei meu amor, amei meeesmo (:
te amo demais ♥
By
Lilia, At
March 26, 2008 at 6:58 p.m.
que crônica liiinda *-* ah, eu mando a escola praquele lugar as vezes - mas depois me arrependo e lá vai cristina estudar que nem condenada :x
você 'tá em que ano?
By
Anonymous, At
March 28, 2008 at 6:29 a.m.
você é gremista também? :)
beijo
By
Fê, At
March 28, 2008 at 2:40 p.m.
Amoor!
oi, eu tô aqui tbm :x
hihi :P
te amo, beeijones
By
Laura, At
March 28, 2008 at 6:43 p.m.
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